22 de Janeiro de 2016

A Valentina chegou – A saga do cachorrinho – Parte 1

Finalmente convenci o Vinicius e a Valentina chegou! Nossa vida mudou completamente desde o último domingo e eu vou contar para vocês todas as aventuras da nossa pequenininha a partir de agora. Querem saber como eu convenci Vinicius? Então, senta que lá vem história.

Todo mundo sabe o quanto eu queria um cachorrinho na minha vida. Desde sempre eu quis, mas quando morava na casa dos meus pais, meu pai não queria de jeito nenhum e aqui em casa era Vinicius que não animava muito por causa dos nossos móveis e também por ficar com pena de ter um cachorrinho e ter que deixar com alguém para a  gente viajar.

Tentei convencer durante esses dois anos e meio de casada que móveis roídos não são nada perto do amor de ter um bichinho em casa e que minha mãe seria uma vó pet para quando a gente viajasse. Mas ele seguiu bem resistente. Fiz até campanha na internet #DeixaVi e chorei todas as vezes que vi o meu cachorrinho perfeito para apartamento e que Vinicius não deixou que eu pegasse.

No final do ano passado, Vi veio com a notícia de que precisaria fazer um trabalho embarcado. Na mesma hora resmunguei “se eu tivesse um cachorrinho, seria muito mais tranquilo para mim o seu embarque” – é que sou um pouquinho desesperada com helicópteros e plataformas. Vinicius no mesmo instante respondeu “são só seis dias, Fernanda! Cachorro é para a vida toda”. Avisei que sabia daquilo e fiz um bicão. Não adiantou de nada, não ganhei meu cachorrinho no Natal.

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Na semana passada, continuava na minha eterna pesquisa e busca por filhotinhos quando uma amiga me avisou que a irmãzinha da cachorra dela ainda não tinha dono. Olhei para Vinicius e disse com toda a segurança: “A Valentina está me esperando. Vou perguntar se podem me entregar na quarta-feira (era o dia que ele ia embarcar)”. Esperei mais um sonoro “não inventa”, quando ele falou “vê se não tem um branquinho”. Meu coração acelerou. Não tinha branquinho e eu já tinha até dado o nome para a cachorrinha. A Valentina seria nossa.

Falei meio que brincando que já tinha acertado tudo. Ele perguntou quando ela chegaria, se eu tinha gostado mesmo dela e outras perguntas que ele nunca tinha feito. Quando falei com a dona da cachorrinha, ela disse que infelizmente eu não poderia escolher o nome para o pedrigree, pois ela já estava registrada, mas que aquilo não era importante, poderia escolher o nome que eu quisesse. Perguntei o nome de registro e veio a maior surpresa do mundo:

Valentina

Depois disso, não tive mais nenhuma dúvida de que a cachorrinha tinha que ser minha. No dia seguinte Vinicius perguntou: “E aí? Ela só vai vir mesmo na quarta?”. Percebi que ele estava querendo conhecer a Valentina antes de embarcar. Disse que sim, mas no mesmo instante perguntei para a dona se ela poderia entregar na segunda. Ela respondeu que se eu quisesse, me entregaria naquele dia mesmo, no domingo. Concordei e duas horas depois a Valentina estava chegando na minha casa.

Amanhã eu continuo a contar a história!

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