17 de Junho de 2016

Meu Buldogue Francês – 5 meses da Valentina na nossa família

Acho que a maioria de vocês acompanhou toda a minha saga para ter um cachorrinho, não é mesmo? Foram três anos até convencer o Vi. Não que ele não gostasse de cachorro, mas ele ficava preocupado com um milhão de coisas. Mas no início desse ano, quando ele entrou em um projeto no escritório que precisaria embarcar, acabou concordando com a chegada da nossa cachorrinha.  Já são cinco meses com ela na família e eu resolvi fazer um resumo para vocês do que foi esse tempo com a nossa Valentina, a buldogue francês mais deliciosa desse mundo.

Buldogue francês

Antes de a Valentina chegar e até mesmo nas primeiras semanas dela com a gente, ouvi de pessoas próximas – e outras nem tão próximas assim – que eu não devia fazer isso, pois cachorro dá trabalho, cachorro rói móvel, buldogue francês é cheio de problema de pele, buldogue francês solta muito pum e por aí vai. Sim, é verdade que um cachorrinho faz quase todas essas coisas e eu já sabia disso antes mesmo dela chegar, mas eu também sabia que o amor que sentimos por eles e o que eles sentem por nós, compensa todo o resto.

Buldogue francês

Nesses cinco meses com a gente – sete, quase oito de vida dela -, a Valentina preencheu a nossa casa de um amor tão grande que não dá para explicar. Não sei se todo buldogue francês é assim, mas ela só falta falar. Como diz uma amiga minha, ela é a cachorrinha com mais expressões que já vimos na vida. Ela até sorri. =)

buldogue francês sorrindo

Totalmente cheia de manias, apaixonada por banana, ama cenoura congelada e é carente até dizer chega. Ficamos com o coração partido toda vez que temos que ir para rua e que sabemos que ela vai ficar muito tempo só – apesar de isso não acontecer quase nunca, já que meus pais quase querem pegar ela para eles de tanto que gostam quando a gente sai só para poderem ficar com ela.

Valentina chama a gente para brincar. E quando digo chamo para brincar, é exatamente isso que eu quero dizer. Ela primeiro vem com a patinha e cutuca a gente igual fazemos para chamar atenção de alguém e se a gente insiste em não dar atenção para ela, ela resmunga, faz uns barulhinhos – não é latido e não sei que nome dar – até que a gente se entregue a ela e comece a brincadeira.

Buldogue francês esperando

Quando chega por volta das sete da noite, lá vai ela para a frente da porta esperar Vinicius chegar. Ele pode demorar o tempo que for, ela já ficou praticamente uma hora inteira sem sair daquele lugar esperando por ele. Quando o Vi toca a campainha não é mais só o meu coração que fica em festa. O dela também é só alegria.

Nossas noites também nunca mais foram as mesmas. Primeiro, ela conquistou o quarto. Chegou de mansinho, fazendo charminho, nas primeiras semanas que estava aqui. Eu, preocupada com Vinicius, já que antes ele não queria cachorro, tentei resistir, mas isso ficou impossível quando ele mesmo levou ela para dentro com pena de deixar ela sozinha na cozinha. Hoje, ela não se contenta mais com a caminha ao lado da cama e quando dá duas horas da manhã, lá vai ela para o nosso lado. Se dormir em cima da cama já não fosse suficiente, ela não se contenta com isso e faz questão de encostar a cabecinha na nossa perna, barriga ou braço. Mas ela tem que ficar o mais próximo possível e dessa maneira, nos finais de semana, ela fica até meio dia na maior preguiça com a gente.

buldogue francês brinquedos

Quando sai na rua, para a Valentina tudo é festa. Ela encara todo mundo que passa e se não mexem com ela, sai de baixo! Ela quer ir atrás da pessoa, como se todos fossem obrigados a dar pelo menos um oi. Os cachorros morrem de medo dela, pois a Valentina é tão ansiosa e desesperada que já chega pulando na cara do mais baixinho ao mais alto, sem medo de levar uma mordida. Ela quer brincar com todo mundo e o tempo inteiro.

Antes de pegar a Valentina, a gente leu na internet e também recebemos orientação do veterinário dela que o buldogue francês não suporta calor. Mas é claro que a Valentina seria única. Quando acorda, a primeira coisa que ela faz é catar qualquer espaço com sol na casa para pegar a vitamina D da manhã. Ela ama sol! Ama calor! E adora o cobertorzinho dela.

buldogue francês dormindo

Antes de ter cachorro, eu vivia falando “ai que brega!!!” quando passava por um que estivesse vestido na rua, mas desde que coloquei a primeira blusinha na Valentina, não consigo resistir quando chega um novo modelo no Petshop. E ela adora!! Quando vê uma roupinha na minha mão, vem correndo e dá as patinhas para colocar as blusas ou vestidos.  É tanta fofura!!! Mas é claro que essa vaidade toda vai ser apenas no outono e inverno. Ela gosta de ficar quentinha.

Valentina de roupa

Já me perguntaram se eu me arrependi e sempre penso que o maior arrependimento de todos foi o tempo que esperei para ter o amor desse cachorrinho com a gente. Mas ao mesmo tempo fico feliz de ter esperado esse tempo todo, pois só assim a Valentina chegou. Qualquer outro cachorrinho que viesse antes, não seria ela. Ela é única, é cheia de charme, é cheia de amor. Fica bravinha quando a gente não dá atenção, finge que vai morder, mas é incapaz de machucar. Se esconde embaixo dos móveis quando faz alguma coisa errada, fica entediada quando não tem nada para fazer e adora dormir coladinha com a gente.

Acho que esses cinco meses passaram rápido demais. Fico torcendo para o tempo passar mais devagar para que eu possa aproveitar cada segundo com a Valentina. Sei que muita gente fala isso dos seus bichinhos, mas a Valentina é única, é a buldogue francês mais especial que eu já vi na minha vida.

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