27 de Setembro de 2016

Mudei de ideia sobre livros de autoajuda

autoajuda

Já fui uma pessoa totalmente contra livros de autoajuda. Não gostava nem mesmo de passar pelas prateleiras deles nas livrarias. Achava uma total perda de tempo quem pegava um livro assim para ler enquanto existiam diversos outros “bem melhores” para gastar o tempo da leitura. Além disso, ficava irritada de ver como eles ocupavam as listas de mais vendidos.

Mas de um tempo para cá o meu preconceito foi diminuindo um pouco. Na verdade, ainda não li nenhum que seja descaradamente um autoajuda. Mas alguns desses de empreendedorismo que li recentemente, tem toda a pegada do estilo que eu sempre critiquei. “Pai rico, pai pobre”, O Que Eu Sei de Verdade, da Oprah e alguns outros que estão na minha lista de próximas leituras. Tudo bem, você que também leu esses livros pode estar pensando: Mas pai rico, pai pobre é muito mais sobre um pensamento empreendedor, o da Oprah é muito mais um livro de crônicas. Hum… Sei não!

Tanto esses dois quanto tantos outros, buscam passar “ensinamentos” para que o leitor possa aprender alguma coisa no final da leitura e para que com esse aprendizado, possa mudar alguma coisa em sua vida. Mas não é exatamente isso que os livros de autoajuda fazem?

No mundo tão negativo que estamos vivendo hoje, passei a pensar que algumas palavras de incentivo podem fazer bem para quem lê. Qual é o problema de um livro de autoajuda? É apenas mais um livro, mas de certa maneira pode ser até mais um pouquinho. É como se fosse um remédio de palavras para quem lê. E por que durante tanto tempo eu fiquei cheia de preconceitos dizendo o quanto isso é banal.

Pode ainda não ser o meu estilo favorito e nem mesmo os próximos livros que penso em ler. Mas acho que eles não fazem mal a ninguém. E se ficam na lista de mais vendidos, é uma prova de como o mundo está necessitando de pessoas que pensem e falem o bem, que incentivem seus familiares e amigos, de mais amor. Afinal, acredito que seja isso que falta e que esse estilo de livro se propõe a suprir.

Em breve, vou olhar uma lista de autoajuda e vou escolher um para ler. Depois venho contar para vocês se voltei para a minha antiga opinião ou se a de agora continua valendo. Por enquanto, essa é a minha opinião. Mas tudo pode mudar “Eu prefiro ser essa metamorfose ambulante, do que ter aquela velha opinião formada sobre tudo”.

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