24 de Outubro de 2016

Na semana das bruxas, Valentina faz um ano

O dia 31 de outubro é o dia das Bruxas, conhecido nos Estados Unidos como Halloween e é um evento que acontece todos os anos e que, principalmente nos países de língua inglesa, as pessoas costumam fazer festas, se fantasiar com diferentes tipos de personagens assustadores e distribuem doces para as crianças. No Brasil, tenho visto esse tipo de celebração crescer. Até mesmo alguns lugares – lojas, bares e restaurantes – investem na decoração. Mas aqui em casa a celebração é outra: O aniversário da Valentina.

dia das Bruxas aniversário da Valentina

É claro que essas duas datas não passariam em branco por aqui, não é mesmo? Morri de rir quando o Allan Barbosa (se você procura alguém para fazer uma ilustração incrível, o contato dele é br.allan.barbosa@gmail.com) mandou para a gente o nosso desenho temático. Quem conhece a Valentina, sabe que ela é a cachorrinha mais cheia de expressões do mundo. Provavelmente, seria exatamente essa mesma carinha que ela faria se eu a colocasse em uma fantasia de dia das bruxas – será que vou ou não fazer isso?

Essa semana – no dia 30 -, completa um ano que nasceu a coisinha mais importante das nossas vidas. A cachorrinha que quando chegou, já tomou conta do coração de Vinicius, que vivia falando que não queria cachorro e que passou a não deixar nem mesmo ela dormir sozinha. Quando eu pergunto: Vi, você se arrepende de ter esperado tanto tempo para realizar o meu sonho de ter um cachorrinho? Ele sempre responde: Não, pois se a gente tivesse escolhido um antes, não seria a Valentina.

Ela nasceu para ser nossa. Quando escolhi o nome e perguntei se ainda dava tempo de colocar no Pedigree, a moça disse que não, pois ela tinha sido registrada no mês do nascimento. “Mas não tem problema, você pode escolher o nome que quiser. Dificilmente os donos chamam os cachorrinhos pelo nome do pedigree”. E aí eu perguntei, mas com qual nome ela foi registrada? E ela respondeu “Valentina”. O mesmo nome que eu tinha escolhido e já tinha falado para todo mundo. Sempre fico arrepiada quando lembro disso.

Dona de uma personalidade única, Valentina é uma cachorrinha cheia de amor. Quando ela está com raivinha, vem como se fosse morder nossa mão. Abre a boca e coloca nossos dedos dentro da boquinha dela fazendo aquele barulhinho Grrrrrrrrr…, mas é incapaz de apertar os dentes. Quando voltamos para casa, já no corredor a gente vê aquela sombra deitadinha na frente da porta e sempre ficamos nos perguntando se ela fica ali o tempo inteiro, apenas esperando a gente voltar.

As duas coisas que ela mais ama no mundo são: ficar deitada em cima da gente vendo televisão na cama ou no sofá, sempre com a cabecinha encostada na nossa perna ou então cutucando com as patinhas para que a gente jogue as bolinhas para ela. Ela é incansável quando está brincando. E quando eu falo chega ou vou trabalhar, ela vem correndo e se joga em cima de mim, para que eu não consiga levantar.

A Valentina só falta falar. Quando eu pergunto se ela quer alguma coisa, quando ela quer, ela dá uma lambidinha na boca e eu já sei e vou pegar. Viciada em biscoitinhos, banana e maçã, ela senta e dá a patinha para ganhar os petiscos que adora. E as palavrinhas chaves? Bastou falar mamãe, papai, vovó, vovô, ossinho, biscoito, maçã, banana, Magaly, Júnior (o cachorrinho que mora perto da nossa casa e que ela é apaixonada), tchau e rua, para que as orelhinhas se levantem e os olhinhos chegam a brilhar. Ela já se agita, pronta para ganhar as delícias de comer ou para ir para a rua.

Esperta e cheia de si, ela quer ser a dona do pedaço. Quando eu e Vinicius estamos conversando, ela para do nosso lado e fica olhando como se estivesse entendendo tudo. Quando ele chega da rua e a gente se abraça, ela já pula na poltrona na frente da porta e fica chamando ele com as duas patinhas para também ganhar o abraço dela. E que abraço bom!! Valentina é completamente deliciosa para abraçar.

Acho que ela é a única cachorrinha que quando está na rua e sente vontade de “ir no banheiro”, ao invés de fazer em qualquer lugar, ela dispara de volta para casa, puxando a gente totalmente desesperada. Chega a bater com a patinha no elevador, se ele não está no térreo quando chegamos no prédio e é só abrir a porta de casa para ela sair correndo para o tapetinho na varanda para fazer o que deu vontade.

No final dessa semana completa um ano que a nossa pequenininha nasceu. Um ano que Papai do Céu colocou no mundo o cachorrinho que eu sempre quis e que finalmente seria meu. Somos completamente apaixonados por ela. E torço para que o tempo passe cada vez mais devagar.

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