03 de Novembro de 2016

Suíte Francesa – Netflix

Nesse final de semana, depois de voltar da casa da minha sogra, nós três estávamos destruídos com todo o agito do final de semana e resolvemos passar o restante do domingo no sofá, na companhia da Netflix. Escolhemos – eu escolhi – o filme Suíte Francesa.

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Vinicius resmungou um pouco da escolha, mas depois acabou gostando. É um romance bem previsível, na própria sinopse ele já descreve exatamente o que acontece: “Durante a Segunda Guerra Mundial, na França, Lucile Angellier (Michelle Williams) passa os dias junto de sua sogra (Kristin Scott Thomas) esperando pelo retorno do marido, um prisioneiro de guerra. Enquanto alguns combatentes franceses retornam para a casa, o pequeno vilarejo onde Lucile mora começa a ser invadido por soldados alemães, incluindo o refinado Bruno von Falk (Matthias Schoenaearts). Apesar de resistir aos flertes do soldado, Lucile acaba cedendo e inicia uma relação amorosa com ele”.

Enfim, é um romance previsível, mas não é ruim. É uma história para assistir quando você quiser colocar a cabeça para voar, pois não precisa pensar muito e não possui questões muito profundas. A Segunda Guerra Mundial não é o foco do filme, mas é o cenário da história. As questões da guerra são bem superficiais e tratadas de uma maneira bem rasa, como plano de fundo mesmo para a história de amor. Não chega nem perto de outros romances que passam na mesma época, mas como disse, não é um filme ruim.

A história é baseada em um romance de sucesso.

“Irène Némirovsky, autora do livro, era uma escritora judia de origem ucraniana cuja família refugiara-se em Paris após fugir da Revolução Russa. Com a invasão alemã da França em maio de 1940, Némirovsky escapou com o marido e filhas para uma pequena cidade do interior, onde acreditava estar fora do alcance da fúria antissemita.

Em julho de 1942, foi detida e deportada para Auschwitz, onde morreu de tifo um mês depois, aos 39 anos.

Além de ter publicado renomados romances desde fins dos anos 1920, Némirovsky deixou incompleto o manuscrito de “Suíte Francesa”, que veio a público em 2004 na França com enorme sucesso e chegou ao Brasil em 2006.

No livro, composto de três partes, a autora narra a fuga, o cotidiano e os primeiros esforços da resistência. Sua visão mistura o papel de testemunha ao de protagonista e transmite, com um relato intensificado pela própria experiência, as pequenas tragédias que constituem a grande história”.

Na maioria dos casos, livros são melhores que os filmes. Mas acho que especialmente nesse, o livro deve ser muito, muito melhor e eu fiquei com vontade de ler depois de críticas que li sobre ele.

Mais alguém já viu o filme Suíte Francesa? Depois me contem o que acharam.

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