18 de Outubro de 2017

A escolha da “cama compartilhada” – Diário da Gravidez

Outra grande dúvida que eu tinha desde o início da gravidez era: Como a Julia dormiria nos primeiros meses? Escolhi não ter berço – em breve eu explico melhor sobre as escolhas que fizemos para o quarto dela -, mas para os primeiros meses eu precisaria de algum lugar mais seguro – afinal, nenhum recém nascido precisa já começar a ter noção de espaço e estímulos. As opções que encontrei para esse início foram: mini-berço, moisés, cama compartilhada, berço de Camping, a cama dos pais ou o próprio carrinho de bebê.

Quanto mais eu lia, mais confusa ficava. Esses assuntos de maternidade são um mundo totalmente gigantesco e desconhecido para quem não tinha passado por ele até então. Cada pessoa tem uma experiência e uma opinião diferente sobre determinada coisa. E para definir qual é a melhor opção, baseada na experiência de pessoas que nem conhecemos… É ainda mais difícil.

Depois de muito pesquisar e de muito pensar sobre vantagens e desvantagens, acabei escolhendo a cama compartilhada. Achei que seria mais confortável para mim no primeiro mês – que todo mundo já me avisou que é o mês do caos – e também uma maneira mais gostosa de ter a Julia bem pertinho da gente e dos nossos olhos.

Para isso, comprei o Next 2 me da Chicco (segundo produto que escolho da marca, o primeiro foi o carrinho). Sei que também chamam de cama compartilhada a escolha dos pais de deixarem o neném entre eles, na mesma cama. Eu não tenho nem vontade e nem coragem de fazer isso, pois eu me mexo demais durante a noite e tenho pavor de imaginar que poderia machucar a Julia nessas minhas mexidas. Então, acabei escolhendo esse mini bercinho, que pode ficar aberto, colado na nossa cama, mas garantindo a segurança da nossa filha.

Achei a proposta do bercinho bem legal, pois durante o dia ele pode ser facilmente transportado para outros lugares da casa, dá para fechar e virar um mini berço e durante a noite, acredito que facilitará a minha vida quando for amamentar. Ele é muito levinho, bonito e tem o tamanho ideal para encaixar ao lado da nossa cama. A única “desvantagem” dele é que o preço não é dos mais “amigos” (compramos o nosso na Abracadabra ), mas como foi o que eu mais gostei, decidimos levar mesmo assim (todas as opções de cama compartilhada que pesquisei, custavam mais ou menos a mesma coisa). Achei um vídeo que mostra bem como a caminha compartilhada que escolhemos funciona:

Tenho compartilhado nossas escolhas aqui no blog, pois da mesma maneira que uso outros blogs para buscar inspiração e ajuda nas escolhas que tenho feito durante a gravidez, acho que posso acabar também inspirando futuras mamães por aqui. Esse mundo é tão grande, que acredito que quanto mais informações a gente  conseguir encontrar, melhor vai ser para quem vier depois. =)

Sei que um berço normal para o quarto da Julia custaria o mesmo valor – ou até mais barato – que a cama compartilhada e que ela usaria por muito mais tempo, mas não é o que eu escolhi para ela. E nem sempre o melhor preço será a melhor opção. Tenho procurado buscar o equilíbrio de tudo. Alguns investimentos são realmente necessários (para a gente) e em outros casos estamos buscando alternativas mais em conta. Ainda essa semana eu venho contar melhor as opções que fizemos para o quartinho dela.



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30 de Junho de 2017

Ouvindo o coração do bebê em casa – Angel Sounds Fetal Doppler

Lembro como se fosse ontem da primeira vez que ouvi o coração da Julia. Foi na nossa primeira ultra, eu estava com apenas seis semanas de gravidez e Vinicius disse “Não vai cheia de expectativa, pois ainda não deve dar para ver nada e nem ouvir”. Busquei na internet e realmente li que muitas pessoas não conseguiam ainda ver o neném e algumas relatavam ter escutado o coração e outras não. Fui para a ultra tentando segurar a ansiedade.

Assim que a primeira imagem apareceu na tela, mesmo sem entender nada, os meus olhos encheram de lágrima. Eu via um espaço vazio e uma coisinha bem pequena, como se fosse um grãozinho de feijão. “Esse é o seu bebê”, explicou a moça que fazia a minha ultra. E aquele foi o nosso primeiro contato com a Julinha.

De repente, a moça mexeu em um botão  e um som rápido, forte e alto invadiu a sala. Tum, tum, tum, tum… Como segurar a emoção? Tão pequena e com um coração tão presente! Naquele dia parecia que tudo tinha realmente se transformado em algo MUITO real.

Semanas depois, minha prima me deu um presente MUITO especial! Um aparelhinho chamado Fetal Doppler Angel Sounds, da Jumper. Na caixinha do produto diz que só é possível ouvir o coração com ele a partir de 14 semanas aproximadamente. Mas já que o aparelhinho estava nas minhas mãos e a ansiedade era enorme… por que não tentar antes, né?

Dia sim, dia não eu tentava ouvir, mas não conseguia. Quando cheguei na décima segunda semana… Uma surpresa! Um barulhinho ritmado, bem baixinho… Será que era o meu baby? Ainda não sabia o sexo, não tinha feito mais nenhuma ultra, mas ouvir aquele som quase imaginário… Mais uma vez iluminou o meu dia.

A cada semana, o barulhinho ia ficando mais presente. Consegui colocar outros amigos para escutarem e passou a ser a primeira coisa que eu e Vinicius fazemos ao abrir os olhos. A caixinha fica bem ao lado da minha cama e quando a gente acorda, já passo o óleo na barriga e lá vamos nós ouvir o coração da Julinha que bate cada vez mais alto e forte. Que som delicioso!!! É a melhor maneira de começar o dia. Uma alegria só!

Pesquisando na internet eu descobri que nem é um aparelho tão caro. Encontrei alguns no Mercado Livre por menos de 150 reais. Como é algo que eu acho que toda mamãe vai querer usar todos os dias… Acaba sendo um bom investimento. Nós amamos! Uma amiga minha disse que existem aplicativos de celular com essa função, mas eu não conheço nenhum para indicar. Sei que esse Fetal Doppler Angel Sounds trouxe mais cor para a minha vida! Ouvir o coração da Julinha logo quando o dia começa… É um presente sem igual!



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