26 de Julho de 2016

17 vistas perfeitas – Ah, se eu tivesse essa janela

Sempre que vou em algum lugar com uma vista perfeita, penso no mesmo instante: Ah, se eu tivesse essa janela! Escreveria um livro por mês. Não sei se a maioria dos autores são como eu, mas quando tenho um cenário bonito, a inspiração vem muito fácil. Já começo a imaginar um milhão de histórias, tenho mil ideias e sinto uma felicidade indescritível dentro de mim. Brinco com Vinicius que vou fazer igual o livro O Segredo e vou começar a me imaginar morando em um desses lugares para trabalhar cada vez mais para fazer isso dar certo. Separei 17 vistas perfeitas, daquelas que me fariam escrever até mais de um livro por mês, se bobear! Como vocês se sentiriam em cada uma delas?

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E aí, o que acharam? Só de olhar para essas fotos eu já fico inspirada com essas vistas. Imagino o cheiro do vento que sopra em cada uma delas, fico imaginando que tipo de história eu escreveria em cada um desses lugares e o que estaria na minha mesa. Um chá, biscoitinhos, um almoço delicioso, chocolate quente, vinho… Quem seria a protagonista da vez? Ai, ai…

Vou sonhar com essas vistas todos os dias. =)

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19 de Dezembro de 2015

Quem casa não namora?

Amo as crônicas da – Martha Medeiros, sou viciada, fã, leitora compulsiva de tudo o que ela escreve. Nesse final de semana, estava lendo mais um de seus textos – Um namorado a essa altura? – no livro Liberdade Crônica – que fala sobre uma mulher de 50 e poucos anos que já tinha tido marido, filhos e até netos, mas que naquela idade estava com um namorado. Mas no meio de tudo aquilo, não foi esse fato que me prendeu.

No meio da crônica, encontrei o seguinte parágrafo: “Depois vem o casamento, os filhos, as bodas e aquela coisa toda. Dia dos namorados vira pretexto para mais um jantar num restaurante chique, onde se pagará uma nota pelo vinho. Depois dos 3782 “te amo” já trocados, mais um, menos um, o coração já não se exalta. Deita-se na mesma cama, o colchão já afundado, transa-se no automático, renovam-se os votos e segue o baile, amanhã estaremos de novo juntos, e depois de amanhã, e depois de depois, até os cem anos. Casados. Bem casados. Mas namorado, não. Namorar tem frescor, é amor estreado (…).

fe e vi

E ao ler isso fiquei pensando em uma conversa que tive com uma amiga, também nesse final de semana, sobre o mesmo assunto. Ela achava engraçado, mesmo depois de tanto tempo que eu conheço meu marido (nos conhecemos desde 15 anos, namoramos, terminamos, nos reencontramos, noivamos e casamos. Juntos, são 13 anos de história!), eu ainda me preocupar com a roupa que vou estar quando ele chegar em casa. Ou preocupada em comprar, nem que seja uma lembrancinha, alguma coisa para comemorar todos os meses, o dia que a gente deu o primeiro beijo, 15 anos atrás! E por que não deveria fazer isso?

Casamento não é o fim de um namoro e o início de uma vida chata. Vejo o casamento como um bônus, um plus ao namoro. Sabe quando você paga a mais para ser vip do estacionamento do shopping? É assim que enxergo a vida a dois oficializada, seja no cartório, na igreja ou apenas no juntar os trapos. Quando namorava, depois de um programa legal, cada um ia para a sua casa. Além de sonhos e confidências, não compartilhávamos o mesmo teto, as mesmas contas, as mesmas decorações.

Mas quando a gente casa, vem aquele plus. Não precisamos de despedidas. Passamos a ter o nosso cantinho, com a nossa cara, do nosso jeito. Não dividimos apenas sonhos, mas também passamos a dividir responsabilidades e intimidades. Como alguém pode achar que se perde ao invés de ganhar com o casamento? Acho que é um bônus ao namoro poder fechar os olhos e saber que quem eu amo está ali, bem ao meu lado e que maravilha é acordar com um sorriso e um abraço!

O frescor? Nunca perdi. Ainda sinto frios na barriga quando ouço o barulho da chave na porta e vejo ele chegando. Temos as mesmas brincadeirinhas – aquelas de namorados da adolescência! – até hoje. E continuamos rindo de todas elas.

Claro que existem aqueles dias nublados, que a TPM ou um problema no trabalho acabam deixando a gente sem aquele frescor. Mas quando isso acontece, o outro sempre puxa para cima, sempre tenta suavizar o que está errado. Acaba deixando de lado o posto de namorado e assume o de melhor amigo. E acalma, acolhe e faz ficar tudo bem.

Talvez, o que dê errado em alguns casamentos é essa falta de frescor. É achar que depois que diz o sim e coloca o anel no dedo, o encanto acaba. É casar com quem não se tem certeza se é a pessoa certa. Sei lá!

Acho que não tem uma fórmula mágica ou um segredo para manter um casamento como um namoro. O importante é ter a certeza do amor que se sente, do respeito, do carinho. É manter a vontade de fazer surpresas, de se arrumar, de ficar deitado no sofá com pipoca ou pizza durante um final de semana inteiro assistindo filmes. É saber brincar, dividir, compartilhar. É não deixar a rotina levar embora a vontade, o brilho, os sonhos que vocês construíram juntos. É importante celebrar o dia que vocês se conheceram, que começaram a namorar, que casaram. É legal escolher um dia na semana para fazer um jantar especial, mesmo sem um motivo para isso. É não perder o frescor.

Marido e mulher podem sim ser eternos namorados e nunca perder aquele frio na barriga do primeiro encontro. Case-se com quem você admira, com a pessoa que te faz perder o fôlego e que te faz feliz. Nunca se esqueça desses sentimentos e continue querendo isso para sempre. É um esforço a dois e cheio de recompensas. Não tem erro. Sejam namorados para sempre!

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