19 de Maio de 2017

Marido não AJUDA em casa

Estava assistindo o programa da Fátima Bernardes hoje e os convidados começaram a falar sobre “marido que ajuda em casa”. Confesso que isso me irrita profundamente. Nem o homem nem a mulher AJUDAM um ao outro em casa. Eles dividem tarefas que precisam ser feitas por alguém para que o lugar que moram não vire um chiqueiro.

Um rapaz que estava na plateia disse que “homem que é homem não lava louça”. É sério que ele ainda sente orgulho do que diz? E dá para acreditar que ainda existem pessoas que acham que ele está certo?

Fico pensando de que maneira homens assim são criados. Será que crescem achando que tem um reizinho na barriga e que o mundo está ali para servi-lo? Ou melhor, que essa é a função das mulheres que estão em sua vida? Será que a responsabilidade por comportamentos como o daquele cara é toda da mãe? Ela que não soube educar seu filho para que ele entendesse que deveria arrumar a bagunça do quarto, da cama e por aí vai?

Mas sinceramente, acredito que por mais que a educação seja falha, isso não é desculpa para que não mude suas atitudes quando se transforma em adulto.

É claro que existem os dias preguiçosos. Queremos passar longe da pia de louças, da vassoura, de qualquer arrumação que seja. E ninguém é um monstro por isso. Mas para que uma casa funcione – seja ela entre um casal, amigos que moram juntos ou até mesmo a casa de alguém que more sozinho -, é necessário que as tarefas sejam realizadas em algum momento.

A palavra “ajuda” me irrita, pois eu acho que cuidar da casa é um dever que todos devem cumprir para manter a ordem das coisas. Não existe uma ajuda nesse caso. E deveria ser algo natural. Acabou de comer, lavou a louça. Bateu aquela preguiça no domingo e os dois deixaram acumular? Quem estiver com mais disposição, coloca a mão na massa. Se nenhum dos dois está, vale aquele acordo “limpa hoje e eu limpo na semana que vem?” ou “Ah, faz isso hoje e eu preparo uma coisa gostosa para a gente jantar amanhã?”. São trocas de deveres e carinho também. Ninguém é obrigado a lavar a louça do outro, mas a sua própria deveria ser. Afinal, não existe mágica que limpe com um estalar de dedos aquilo que você usou para comer.

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16 de Janeiro de 2017

Ah, se todos fossem como Letícia Spiller e Marcelo Novaes

Ontem a minha cunhada me mandou o link do Arquivo Confidencial com o Marcelo Novaes no Faustão e eu fiquei ainda mais apaixonada por ele e pela Letícia Spiller. Acho lindo demais perceber como eles não deixaram que o respeito, o amor e o carinho acabassem depois de o relacionamento como homem e mulher não ter dado certo.

Letícia não gravou apenas uma mensagem “bonitinha” para o Marcelo. Ela falou com emoção, com o coração e com gratidão. Os dois disseram “Eu te amo”, mesmo na frente de milhares de pessoas. Por que se envergonhar de um sentimento tão lindo como esse? É claro que assim como vários outros fãs, também fico torcendo para que eles voltem a ficar juntos. Só que mesmo se isso não acontecer, continuo com uma admiração enorme pelos dois.

No ano passado o que mais vimos foram casamentos sendo desfeitos. Muitas pessoas encheram a boca para falar que não dava mais para acreditar no amor por causa das separações que aconteceram. Mas é só olhar para Letícia Spiller e Marcelo Novaes para entender que o amor existe, sim. E quando duas pessoas se amam – não apenas no relacionamento de casal, mas um amor de alma mesmo – é lindo de observar.

Um casamento é feito de muitas coisas: amizade, companheirismo, parceria, admiração, cumplicidade, atração, paixão, amor, dedicação, paciência e por aí vai. Muitas pessoas acreditam que quando o relacionamento acaba, significa que todo o resto foi uma mentira e que a separação aconteceu porque não existia amor. Mas é só olhar para Letícia Spiller e Marcelo Novaes para ter certeza de que não é bem assim que acontece. São vários fatores que precisam ser cuidados e se um é abalado, o amor pode não ser suficiente para segurar as pontas.

O fim não significa que todo o resto não valeu a pena. Pode ter sido bom enquanto durou. Por que não? Confesso que me emocionei quando o Marcelo Novaes disse o quanto foi difícil quando eles terminaram, como ele sofreu, pois ainda amava muito ela. É lindo perceber quando sobra sentimento e não vemos nem sombra de mágoa, ressentimento ou algo do tipo. É apaixonante ver como – independente do que aconteceu na separação – o respeito, carinho e admiração seguiram firmes e fortes. Isso poderia ser menos raro e mais comum. Isso é sinal de grandeza, de um coração mais cheio de amor, de uma alma do bem. Marcelo Novaes e Letícia Spiller, vocês são lindos! Obrigada por encherem o domingo de mais amor. O mundo precisa de mais pessoas como vocês.




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