09 de Novembro de 2016

Entrevista com os criadores do Meu Bistrô: Chef de cozinha em casa

Outro dia estava navegando pela internet e descobri o Meu Bistrô. Achei a ideia maravilhosa e no mesmo instante quis entrevistar os criadores daquele projeto tão bacana – André Apollaro e Rogê Foschi. Os meninos possuem apenas 25 anos e resolveram criar uma plataforma que reúne chefs de cozinha de vários lugares do Brasil e pelo site, qualquer um pode contratar os serviços de um profissional qualificado, com um cardápio pré-estabelecido. Não é demais?

Conversei com os meninos sobre a ideia, sobre a plataforma e também sobre o estímulo que receberam de familiares e amigos para tirar uma ideia do papel e transformar em realidade. Espero que gostem da entrevista, que seja uma inspiração para quem quer abrir o seu próprio negócio e também uma ótima sugestão para todos aqueles que querem receber amigos em casa e não sabem o que fazer.

Meu Bistrô

Como surgiu a ideia do Meu Bistrô?

A ideia do Meu Bistrô nasceu na família Apollaro, que sempre teve como uma tradição receber amigos e familiares em momentos especiais. No entanto, com uma rotina diária cada vez mais acelerada, conseguir desfrutar de momentos com os amigos e familiares passou a ser mais difícil até mesmo em momentos especiais, devido ao trabalho de preparar tudo e a escassez cada vez maior de tempo.  Foi justamente pensando em como tornar estes momentos agradáveis com pessoas queridas mais frequentes e práticos que surgiu a proposta do Meu Bistrô. A plataforma surge com o objetivo de tornar a realização de um evento ainda mais prazerosa e a contratação de um Chef profissional mais acessível e prática.

Vocês são meninos supernovos (25 anos, né?), como aconteceu a vontade de empreender?

A vontade de proporcionar uma experiência gastronômica diferenciada ao público, de solucionar algo que víamos potencial. Além disso, resgatar esse costume de receber as pessoas em casa. Dentro da própria família ambos tivemos estímulo para criar e acreditar em nosso projeto. Unimos a vontade de criar algo inovador para tornar o Meu Bistrô em uma realidade.

Existe algum requisito para ser um chef no Meu Bistrô? Como as pessoas podem participar?

São avaliadas uma série de questões. Ao fazer o cadastro no site, avaliamos o histórico, formação, experiência em evento, menus e apresentação dos pratos propostos pelos profissionais.

No Brasil, ainda vemos muitas pessoas com aquela cabeça mais “tradicional”, de considerar que é mais seguro um emprego de carteira assinada do que arriscar nos próprios sonhos e abrir um negócio próprio. Vocês acreditam que o Meu Bistrô é um incentivo para que pessoas que ainda não tenham condições financeiras de abrir seus próprios restaurantes, comecem a tirar o sonho da gaveta, apostando nessa plataforma como uma maneira de entrar e crescer no mercado?

Em geral, em diversos setores, a tecnologia tem proporcionado maior autonomia aos profissionais e a possibilidade de ampliar as oportunidades de trabalho. Muitas vezes o que estimula alguém a empreender é a necessidade, e iniciativas que possibilitem aos profissionais darem maior visibilidade aquilo que fazem pode ser um passo importante. Neste sentido, o Meu Bistrô além de tornar mais acessível a contratação de serviços de Personal Chef, tem ajudado a movimentar a agenda de profissionais.

Qual é a melhor e a pior coisa de empreender no Brasil?

A melhor coisa é que ainda existem uma série de soluções a serem propostas. É um país de oportunidades. Empreender exige não apenas conhecimento técnico, mas também inteligência emocional para lidar com os altos e baixos, bem como com as dificuldades que muitas vezes são inerentes.

Qual é a formação de vocês?

Perfil dos fundadores:

André Apollaro – CEO

Fundador Meu Bistrô – Diretor Executivo

Idade: 25 anos

Naturalidade: São Paulo, SP.

responsável pelo planejamento estratégico, desenvolvimento do produto e atendimento ao cliente no Meu Bistrô.

 Formação em Engenharia Mecânica na Universidade do Estado de Santa Catarina (Udesc) – em andamento (2012/2017). Participou do desenvolvimento de startup Mais Intercâmbio, no ramo de intercâmbio escolar.

Rogê Foschi- COO

Cofundador  Meu Bistrô – Diretor de Operações

Idade: 25 anos

Naturalidade: Florianópolis, SC

Responsável pela parte operacional e atendimento ao cliente do Meu Bistrô.

É graduado em Engenharia de Produção pela Universidade Sociedade Educacional de Santa Catarina. Tem experiência na área comercial, no mercado corporativo com foco na gestão e controle de resultado. Além disso, atua também como engenheiro.

Desde o início tiveram apoio da família e amigos?

Felizmente desde o início tivemos apoio da família e amigos que acreditaram no projeto.

Quais são as metas que vocês ainda pretendem alcançar com o Meu Bistrô?

Atualmente  a plataforma tem cerca de 850 Chefs registrados, mais de 500 menus disponíveis e 700 clientes registrados. Apesar do momento desafiador para economia brasileira, o setor gastronômico se manteve promissor com a chegada de iniciativas disruptivas e cresce a cada ano. Além disso,  beneficiado pela dinâmica proporcionada pela internet acreditamos que o mercado de eventos à domicilio é uma tendência que chegou para ficar.

Nossa meta é ser a principal e mais completa plataforma de Personal Chefs da América Latina. Além disso, trabalhar na criação e desenvolvimento de novos serviços e produtos com a marca Meu Bistrô.

Que conselho vocês dariam para todos aqueles que sonham em empreender, em tirar uma ideia do papel, mas que ainda não tiveram a coragem de fazer isso?

Acreditamos que é possível ter uma mentalidade empreendedora tanto investindo no próprio negócio, quanto trabalhando dentro de uma empresa. Empreendedores precisam estar dispostos a propor inovações e muitas vezes arriscar. Além disso, não é apenas com os acertos que se aprende. Observando outras experiências de negócios podemos aprender muitas vezes com o que não deu certo e propor daí alternativas que possam funcionar.

Ficou com vontade de conhecer o Meu Bistrô? Confira aqui os chefs de cozinha da sua cidade!

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20 de Junho de 2016

Panelas da Le Creuset – Ter ou não ter?




Uma das coisas que eu mais queria quando comecei a pensar em casamento era aprender a cozinhar e ter uma cozinha linda, cheia de coisas fofas e úteis. Naquela época, conversando com uma amiga, descobri as panelas da Le Creuset. No mesmo instante virou objeto de desejo e com o passar dos dias eu incorporei a Becky Bloom e não conseguia mais pensar em viver sem aquelas panelas – olha o drama!!!

Como o casamento estava se aproximando e minha mãe tinha pontos no cartão de crédito, resolveu realizar o meu desejo e resgatou a minha primeira Le Creuset. Quando chegou, fiquei completamente encantada por ela. Era o modelo grande, uma caçarola azul linda!

Antes de casar, Vinicius também resolveu me presentear com mais uma panela da Le Creuset. Dessa vez foi uma 2 em 1. A tampa da panela é uma frigideira.  Fiquei feliz da vida com aquelas panelas para a minha casa nova. Além de dar um colorido especial, tinha a certeza de que aquelas panelas lindas me empolgariam para aprender a cozinhar uma coisa ou outra.

le creuset panelas

E agora eu respondo a pergunta do título dessa postagem: Le Creuset – ter ou não ter?

Sei que o investimento é alto, as panelas são muito, muito caras, mas o valor representa a beleza e a qualidade. Para existir um certificado de garantia eterno, significa que a marca acredita na qualidade do seu produto, não acham? Além disso, quando cozinhamos alguma coisa na Le Creuset, não precisamos nem mesmo mudar a comida para outro recipiente na hora de servir, pois as panelas ficam lindas na mesa.

Uma das coisas que eu mais amo e que me faz ficar babando e elogiando a Le Creuset sempre que uso, é a hora de lavar. Apesar de ser muito pesada – acho que pesa quase dez quilos -, você não precisa ter quase nenhum esforço na hora de tirar gordura, fundo de doce ou do que quer que seja. Basta jogar água com sabão e passar delicadamente a esponja que sai tudo. É impressionante.

Além disso, quando a gente faz comida nela parece que fica tudo mais gostoso. Li na internet que é porque como a panela é feita de ferro fundido, ela esquenta por igual e cozinha a comida por igual também. Além disso, é ótima para manter a temperatura durante bastante tempo.

Mais uma vez eu digo que sei que é um item bem caro para ter em casa, principalmente agora que o país está em crise, mas para quem ama gastronomia, vale ficar de olho nas promoções que acontecem pela internet e quando der, vale muito a pena ter uma. É um investimento em um produto excelente e que além de deixar sua cozinha linda, vai durar a vida toda.

Infelizmente, essa não é uma postagem patrocinada, mas se a Le Creuset passar por aqui e quiser enviar um presente, ficarei MUITO feliz! Risos!

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