03 de Julho de 2017

Okja na Netflix – Como comer carne depois do filme?

Quando vi a capa de Okja nos lançamentos da Netflix, não me animei muito para ver o filme. Não sou muito fã de histórias de aventura, fantasia e por aí vai… Mas foi só eu assistir um trailer que estava rolando no Facebook, para que ficasse completamente encantada. Então, assim que paramos na frente da TV, não pensei duas vezes e coloquei Okja para a gente conferir.

É um filme para todas as idades e cada um vai perceber a história de um jeito. Mas o principal é que ela faz a gente pensar em como muitas vezes não pensamos naquilo que estamos comendo – pelo menos foi assim que me senti. Sou apaixonada por uma carne macia, um churrasquinho gostoso, um hambúrguer do maridão… Mas aí, enquanto eu via e me encantava com Okja, ficava pensando em como não penso nos animais na hora que estou me deliciando com um pedaço de carne vermelha.

Isso aconteceu, pois em Okja uma menina que cresceu com um super porco, que foi criado em laboratório, fica desesperada ao ver seu “bichinho” de estimação sendo levado embora por uma grande fabricante de carnes desse “super porco”. Depois de tanto amor entre os dois, ele viraria comida. E tudo o que acontece depois é praticamente o mesmo que acontece com a carne bovina e suína.

Se a gente sente tanta pena da menina e do seu “bichinho de estimação”, como não sentimos o mesmo por todos os outros que comemos todos os dias? Pelo menos no meu caso, é porque eu realmente nunca paro para pensar quando estou comendo.

Mas e agora? E depois do filme? Como posso comer uma carne vermelha sem lembrar de Okja? É claro que já assisti diversos documentários, já pensei várias vezes em virar vegetariana… Mas quando uma mensagem desse tipo pega a gente pelo coração, é mais difícil esquecer ou simplesmente deixar pra lá.

Okja é um filme imperdível! A história encanta e, sem dúvida, planta uma sementinha na gente. Recomendo o filme para todo mundo. Não importa a idade. Todos vão se sentir apaixonados pela Okja e provavelmente sentirão também aquele peso na consciência na hora de comer mais um pedaço de bife sem nem pensar sobre isso.

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30 de Junho de 2017

Ouvindo o coração do bebê em casa – Angel Sounds Fetal Doppler

Lembro como se fosse ontem da primeira vez que ouvi o coração da Julia. Foi na nossa primeira ultra, eu estava com apenas seis semanas de gravidez e Vinicius disse “Não vai cheia de expectativa, pois ainda não deve dar para ver nada e nem ouvir”. Busquei na internet e realmente li que muitas pessoas não conseguiam ainda ver o neném e algumas relatavam ter escutado o coração e outras não. Fui para a ultra tentando segurar a ansiedade.

Assim que a primeira imagem apareceu na tela, mesmo sem entender nada, os meus olhos encheram de lágrima. Eu via um espaço vazio e uma coisinha bem pequena, como se fosse um grãozinho de feijão. “Esse é o seu bebê”, explicou a moça que fazia a minha ultra. E aquele foi o nosso primeiro contato com a Julinha.

De repente, a moça mexeu em um botão  e um som rápido, forte e alto invadiu a sala. Tum, tum, tum, tum… Como segurar a emoção? Tão pequena e com um coração tão presente! Naquele dia parecia que tudo tinha realmente se transformado em algo MUITO real.

Semanas depois, minha prima me deu um presente MUITO especial! Um aparelhinho chamado Fetal Doppler Angel Sounds, da Jumper. Na caixinha do produto diz que só é possível ouvir o coração com ele a partir de 14 semanas aproximadamente. Mas já que o aparelhinho estava nas minhas mãos e a ansiedade era enorme… por que não tentar antes, né?

Dia sim, dia não eu tentava ouvir, mas não conseguia. Quando cheguei na décima segunda semana… Uma surpresa! Um barulhinho ritmado, bem baixinho… Será que era o meu baby? Ainda não sabia o sexo, não tinha feito mais nenhuma ultra, mas ouvir aquele som quase imaginário… Mais uma vez iluminou o meu dia.

A cada semana, o barulhinho ia ficando mais presente. Consegui colocar outros amigos para escutarem e passou a ser a primeira coisa que eu e Vinicius fazemos ao abrir os olhos. A caixinha fica bem ao lado da minha cama e quando a gente acorda, já passo o óleo na barriga e lá vamos nós ouvir o coração da Julinha que bate cada vez mais alto e forte. Que som delicioso!!! É a melhor maneira de começar o dia. Uma alegria só!

Pesquisando na internet eu descobri que nem é um aparelho tão caro. Encontrei alguns no Mercado Livre por menos de 150 reais. Como é algo que eu acho que toda mamãe vai querer usar todos os dias… Acaba sendo um bom investimento. Nós amamos! Uma amiga minha disse que existem aplicativos de celular com essa função, mas eu não conheço nenhum para indicar. Sei que esse Fetal Doppler Angel Sounds trouxe mais cor para a minha vida! Ouvir o coração da Julinha logo quando o dia começa… É um presente sem igual!



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