26 de Abril de 2017

Entrevista com Bruno Lotufo – O Hairdresser queridinho das loiras

Muitas loiras ou meninas que pensam em ficar loiras provavelmente já ouviram falar em Bruno Lotufo. Tanto no Rio de Janeiro quanto em Niterói – cidade do jovem hairdresser, queridinho das iluminadas – Lotufo é a escolha certa na hora de iluminar o cabelo. Além de atender diversas blogueiras, influenciadoras digitais, modelos e atrizes, ele também foi crescendo e aparecendo. Hoje, Lotufo conta com cem mil seguidores em seu Instagram e um salão sempre cheio de mulheres querendo ser atendidas por ele.

Acompanho o trabalho do Lotufo praticamente desde o início – já até contei aqui no blog sobre a dica do segredo dos óleos que eu testei. Ele já chegou ao mercado fazendo barulho e me fez ficar morrendo de vontade de iluminar o meu cabelo com ele. No início, até tentei marcar um horário, mas era quase impossível. Lotufo vivia com a agenda lotada e eu só conseguia data entre um ou dois meses para frente, o que acabava ficando complicado para mim – mas ainda não desisti e como ele cresceu ainda mais e hoje está com um salão enorme e lindíssimo, fica mais fácil uma data na agenda.

No início de abril, Carol – minha cunhada que escreve sobre moda aqui (segue lá no Insta – @FGossipy) – me perguntou se eu acharia legal trazer o Lotufo aqui para o blog e é claro que eu amei a ideia! Ela preparou as perguntas e eu fui com ela gravar o bate papo com esse profissional que cresce a cada dia e que arrasa no que faz.

Fiquei completamente apaixonada pelo salão. A arquitetura é moderna, com espelhos enormes e muito bonitos, o espaço é lindo e aconchegante demais!!

Confira a entrevista com Bruno Lotufo:

E aí, gostaram? A Carol arrasou nas perguntas e o Lotufo é um querido, não é mesmo? Se você quiser conhecer mais o trabalho dele, é só clicar aqui  ou seguir o Insta @Lotufo.

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Adoro ouvir histórias de pessoas que apostaram em um sonho, um projeto e que não tiveram medo de colocar a mão na massa e transformar uma ideia em um empreendimento de sucesso.



 

Se você quiser ler outras entrevistas inspiradoras que já rolaram aqui no blog, não deixe de conferir:

Fazer o bem faz bem – Entrevista com Jules Vandystadt do projeto Cantareiros 

Gastronomia Portuguesa – Entrevista com o chef Alexandre Henriques

Paixão pela literatura – Entrevista com Maurício Gomyde

A paixão que começou com a participação no Masterchef Brasil

Eles largaram tudo no Brasil e foram conhecer o mundo – Entrevista com o casal YesBeFree

Entrevista com Patrícia Brazil – criadora do Grupo It Brazil

Entrevista com o criador do clube Vinhos de Bicicleta

Entrevista com a jornalista, empreendedora e escritora Renata Frade

Entrevista com os criadores da plataforma Meu Bistrô

Entrevista com o criador do Leitura no Vagão

Entrevista com o jogador de futebol Felipe Melo

Entrevista com o árbitro Marcelo de Lima Henrique

Entrevista Profissão Escritora – com Fernanda Belém

Entrevista sobre a profissão de agente de jogador de futebol com Alexandre Uram 

 

 

 

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17 de Abril de 2017

Por que desmerecer ao invés de correr atrás para realizar?

Não sei vocês, mas eu ando um pouco desanimada com as pessoas. O amor parece ter desaparecido do mundo. Hoje, parece que a moda é criticar,  brigar, andar alfinetando tudo e todos por aí. A internet é cheia de comentários assim. A gente quase não vê elogios. A admiração parece ter sido substituída pelo despeito. E a inspiração parece ter entrado em extinção. No lugar de se inspirar em quem foi lá e fez, a maioria das pessoas parece preferir ficar na torcida do contra ou na turma do “foi pura sorte”.

Tenho reparado isso mais e mais, longe e perto de mim. Alguns amigos parecem ter entrado nessa “onda do mal” – acho que esse é um bom nome para essa moda de negatividade – sem nem perceber. Qualquer comentário, de qualquer pessoa do grupo, é motivo de uma chuva de discussões bobas. Mesmo que o outro tenha dito apenas “que calor”, vai ter meia dúzia para disparar uma crítica qualquer.

Estava dando uma olhada nas redes sociais e vi que uma dessas blogueiras mais famosas acabou de comprar uma casa muito legal no Rio. E aí, nos comentários, uma nuvem negra, carga pesada mesmo. Era uma quantidade enorme de gente inconformada de “acordar cedo para trabalhar, pegar ônibus lotado, ter feito cinco anos de faculdade e não conseguir nem mesmo pagar o aluguel. Enquanto vem uma blogueira que grava ‘uma coisa qualquer’ na frente de uma câmera e consegue comprar uma casa de mais de um milhão”.

Quando é que as pessoas vão entender que as coisas não acontecem da noite para o dia? Quando as pessoas vão parar de desmerecer a luta e a vitória do outro? Quando vão entender que o outro ganhar ou não ganhar, não vai fazer você ganhar mais ou menos se a sua vida continua exatamente igual todos os dias?

Se uma blogueira ganha mais hoje do que você vai ganhar a vida inteira, será que é ela que está errada? Será que os valores é que estão invertidos? Ou será que a maioria de nós prefere o certo, o “cômodo”, a carteira assinada, a certeza de um trabalho ou de um concurso ao invés de arriscar? A maioria das pessoas que arrisca, erra, cai, tem que ter uma coragem sem tamanho e uma disposição sem fim para trabalhar alguns anos sem ganhar nem mesmo um real, de sentir o medo de nunca dar certo, de investir no próprio sonho sem ter a certeza de um retorno financeiro.

E aí, quando dá certo, quando uma blogueira, um empresário, um criador, um artista, um cantor cresce e aparece… Surge um monte de gente para dizer: “Ah, que moleza!! Também queria ficar rica gravando o meu dia a dia. Também queria ser milionária fazendo show no Brasil inteiro. Também queria poder comprar uma mansão com apenas vinte anos, só para ficar correndo atrás de uma bola”.

Não, meus queridos! Não é fácil. E sim, quem vence merece aplausos, admiração, servir como inspiração. Pois se a pessoa conseguiu chegar lá, ela fez por merecer. Ela não seguiu o certo, ela não fez o que todo mundo achava que ela tinha que fazer. Ela não fez o mesmo que todo mundo. Em alguma momento, essa pessoa decidiu que queria tentar o diferente. Ela poderia estar tentando até agora e nunca acontecer. Poderia estar tentando por mais dez anos até, finalmente, conquistar o seu lugar. Ela poderia conseguir de primeira. E nada disso tira o mérito dela. Pois apesar de tudo, ela foi lá e fez.

É muito fácil você nunca fazer nada e torcer a boca para falar de quem conseguiu realizar sonhos, de quem conquistou uma vida que você sempre sonhou. O difícil é fazer o que a pessoa fez para chegar lá. Quase ninguém quer. Sabe por quê? Porque dá trabalho e é incerto. É mais cômodo ficar sentado no sofá, reclamando da vida. É mais tranquilo dizer “isso não vai dar certo, não vai funcionar”, do que realizar. É mais fácil suspeitar de quem conseguiu “deve ter ‘namorado’ com alguém que ajudou”, “deve ter algum conhecido influente na área”, “deve ter feito alguma tramoia” , “É sucesso de momento, amanhã estará mal das pernas”, “foi pura sorte”. Tudo isso é fácil de dizer. O difícil mesmo é realizar.

Você pode viver toda a sua vida seguindo para o lado mais comum, mais tradicional… Isso não é problema algum. O problema é você desmerecer quem resolve fazer diferente, quem se destaca, quem teve uma grande ideia. Eu vivo torcendo para que as pessoas deixem o despeito de lado e passem a admirar ou usar como inspiração quem teve uma boa ideia, quem conseguiu chegar no lugar que sempre sonhou. Enquanto isso, tento ler cada vez menos os comentários em sites de notícias e as “reclamações” nas redes sociais. E vou buscando pessoas que me inspirem a seguir correndo atrás de tudo aquilo que eu quero para mim.

 

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