12 de Abril de 2017

As cinco personagens mais engraçadas da literatura

Estava olhando a minha estante e rindo sozinha relembrando as histórias de alguns livros e decidi contar para vocês quais são as cinco personagens mais engraçadas da literatura – na minha opinião e dos livros que eu já li. Pensei que seria uma tarefa fácil, mas acabei descobrindo que não é nem um pouco. Diversos livros trazem personagens marcantes e eu fiquei com vontade de colocar muito mais que cinco. Se vocês gostarem dessa ideia, vou começar a fazer mais algumas listas literárias para compartilhar com vocês. Vamos lá?

1 – Becky Bloom 

Com toda a certeza do mundo a Becky tinha que estar nessa lista e, pra falar a verdade, foi ela que trouxe a inspiração dessa ideia de listar as personagens mais engraçadas da literatura. Becky é a menina mais maluquinha do mundo dos livros. Eu sou completamente apaixonada por ela e por suas aventuras. Gostaria que fosse uma série infinita – pensa nisso, Sophie!!!

Não posso ler nenhum dos livros da série na rua, pois é motivo de mico na certa! Não consigo segurar a gargalhada com as trapalhadas dessa protagonista tão querida. Se você ainda não leu, não perca tempo e comece logo!!

2- As Confissões de Laura Lucy

Quando entrei para o mundo da literatura com o meu primeiro romance, Louca Por Você, a Fernanda Saads também estava começando e na mesma editora que eu. Achei a capa fofa e para segurar a ansiedade do meu lançamento, garanti logo o livro dela para me distrair. Foi realmente uma surpresa ter escolhido um livro tão por acaso e ter me encantado tanto com ele.

A Fernanda realmente escreve muito bem – também amei o romance Do seu Lado – e me fez chorar de rir com o seu primeiro livro. A protagonista tinha pensamentos divertidíssimos e mesmo enfrentando dúvidas e problemas, não perdia o bom humor. Já tem bastante tempo que li essa história – quase seis anos -, mas tenho um carinho enorme pela personagem criada pela autora. Fica a dica!

3 – Rainha da Fofoca

Foi por esse livro que eu conheci a autora queridinha de muiiiiiiiitas meninas do mundo todo – Meg Cabot. Ela é uma daquelas protagonistas que temos vontade de virar amiga. Divertida, corajosa e cheia de estilo!

4 – Bridget Jones 

Essa é a clássica! Bridget é uma das protagonistas mais azaradas que eu já vi na minha vida. Isso faz a gente dar boas gargalhadas. E os romances? O pior é que eu tenho uma amiga que seria perfeita no papel da Bridget! Nada é impossível de ser verdade!! AMO todos os livros com a história dessa personagem pra lá de engraçada.

5 – Eduarda

A Carol Sabar também foi uma autora que conheci logo que lancei o meu primeiro livro. Ela também estava estreando na literatura e resolvemos trocar nossos romances. Tinha achado o título dela muito curioso e estava ansiosa para começar a leitura de Como Quase Namorei Robert Pattinson. Gente, o que é a Eduarda apaixonada pelo vampiro de Crepúsculo? Eu dei boas gargalhadas com essa protagonista!! Tem uma cena no livro que é INESQUECÍVEL para mim! Eu ri durante uns bons dias com o autógrafo do galã para a Duda – só quem leu vai entender. Mostrei para um monte de gente. Era impossível não chorar de rir com ela.

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Só de pensar nesses livros eu já morri de rir ao relembrar de todas as histórias. AMO livros alegres, histórias divertidas e personagens engraçadas que me deixam com vontade de ser amiga delas. Deu até saudades dessas protagonistas!! É claro que poderia citar muitas outras personagens e livros – principalmente os da Sophie Kinsella -, mas preferi escolher autoras diferentes e histórias que tenham me marcado de alguma maneira. Alguns dos livros que citei eu já li há mais de cinco anos e mesmo assim, só de lembrar fiquei com vontade de rir.

Recomendo todos eles para vocês. Se ainda não conhece essas personagens engraçadas e suas histórias pra lá de doidinhas, coloque logo na sua lista de leitura! Garanto que não vai se arrepender.



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21 de Março de 2017

Que livro eu vou ler?

Quem nunca se perguntou – Que livro eu vou ler? E nesse momento, um mundo de coisas passa pela nossa cabeça. Normalmente as escolham começam pelo conhecido: autor, tema, gênero, indicação… E muitas vezes pesquisas e mais pesquisas são feitas antes de iniciar a leitura.

Peguei na minha estante um livro que comprei há mais de três anos e ainda não tinha começado – nesses momentos é delicioso ser a Becky Bloom dos livros, pois a minha casa é quase como uma livraria. Estantes e mais estantes de livros não lidos. Comecei a leitura e logo me apaixonei. Mas também fiquei pensando em algumas coisas.

Muitas vezes, quando alguém se faz essa pergunta sobre “Que livro eu vou ler?” e começa a fazer tudo aquilo que eu disse lá em cima, ela acaba deixando de lado muitos e muitos livros que poderiam ser maravilhosos.

Sabe por quê?

Eu, por exemplo, tenho muito cuidado ao falar sobre “um livro ruim”. Na verdade, quando não gosto de uma leitura, prefiro nem comentar sobre ela. Não é por pena do autor, por não querer ficar mal com outro colega de trabalho, nem por nada disso. O que acontece é que eu acredito que a minha verdade pode não ser a mesma de tantas outras pessoas. E o que eu achei ruim em um livro, pode ser a parte favorita de outro alguém. Dizer que um livro é péssimo pode fazer com que outras pessoas desistam de ler, quando na verdade poderia ser a melhor leitura do mundo para elas.

Outra coisa que eu também fiquei pensando sobre “Que livro vou ler?”

ADORO perceber como a literatura nacional está crescendo, ganhando cada vez mais espaço e leitores. Mas por diversas vezes eu já li pelas redes sociais vários autores dizendo que a galera precisa ler apenas autores nacionais, pois só assim vamos chegar mais longe e que os estrangeiros não precisam desse “apoio”, pois já conquistaram o lugar ao sol. Bom, sinceramente eu acho que nenhum tipo de radicalismo é saudável. Nem mesmo no caso da literatura.

Mais uma vez, voltando ao livro que estou lendo nesse momento, acho mágico poder ler sobre um lugar completamente diferente do que eu conheço, com uma cultura totalmente diferente da minha. Também estou amando observar o jeito de escrever da autora, que é tão diferente do meu e de tantos outros que estou acostumada a ler.

Acho que o mais legal é a gente procurar diversificar. Ler um pouco de tudo, de todas as nacionalidades, dos mais diferentes autores, com as mais diversas idades. Cada um tem um jeito próprio de contar uma história e isso é o que mais me encanta. Amo ler os nacionais e reconhecer paisagens, nomes, histórias… Mas também amo arrumar a mala e viajar para vários lugares desse planeta – tanto os reais, quanto aqueles que foram criado pela cabeça de um autor.

O perigo de procurar opiniões quando você se pergunta – Que livro eu vou ler?

Pensando mais uma vez no livro que estou lendo – não vou contar o título. Quando terminar de ler, vou falar sobre ele por aqui! Amo deixar vocês curiosos! -, se eu tivesse buscado opiniões sobre ele na internet, nem mesmo teria comprado. Além de ter pouquíssimas resenhas, a maioria não elogia muito a história. Só que eu estou AMANDO!!

Realmente é um jeito bem diferente de escrever, mas ao mesmo tempo bem parecido com o da minha autora favorita – Rosamunde Pilcher. Isso faz com que eu quase possa matar um pouco da saudade que sinto dela. Como é diferente do que estamos acostumados, muitas pessoas acabam dizendo que não gostaram da enrolação da escritora. Que a história tinha que ter ido direto ao ponto principal. Quando na verdade, para mim, esse é todo o charme do livro.

Quando pensar “Que livro eu vou ler”…

Escolha aquele que chamar a sua atenção naquele instante. Não pense muito antes de começar uma nova leitura, não busque tantas opiniões e nem acredite que a sua será igual a de todas as outras pessoas. Você pode, sim, escolher um livro pela capa, pela sinopse, pelo título, pela nacionalidade ou por qualquer coisa que seja.

Leia sempre, busque os mais diversos tipos de leitura. Assim, você vai ter um olhar cada vez mais fora da caixa, vai ter um olhar diferente da maioria das pessoas e vai ganhar cada vez mais cultura. Ler é uma maneira de viajar, gastando bemmmmmmm menos!

Que livro eu vou ler? Não importa! Apenas leia!



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