13 de Julho de 2017

Agora que sou mãe – O que eu achei do livro da Flávia Calina

Acompanho a Flávia Calina desde que um conhecido me apresentou o canal dela, dizendo que provavelmente eu adoraria a série que ela estava começando a fazer “30 antes dos 30”. Eu realmente adorei e passei a assistir com mais frequência os vídeos que ela fazia. Durante a gravidez e depois que se tornou mãe, fiquei encantada com o jeito delicado e com o método de educação que ela resolveu utilizar com a primeira filha. Ainda nem pensava em ficar grávida, mas procurava aprender – não só com ela, mas também em outros sites e artigos – sobre o tema montessoriano. Passei a ter certeza que quando engravidasse, seguiria aquele método de educação e aprendizagem com o meu baby. E logo que engravidei, a Flávia acabou lançando o seu primeiro  livro “Agora que sou mãe”. É claro que eu decidi ler.

“Agora que sou mãe” não é um livro feito apenas para quem acompanha o canal da Flávia Calina no Youtube ou para quem deseja utilizar o método montessoriano na educação dos filhos . Acredito que seja uma boa leitura para todas as futuras e já mamães. Pelo menos para mim, ler relatos de outras grávidas é um alento em todos os meus momentos de dúvidas, medos e ansiedade. Sendo assim, acho que um livro escrito por uma mãe sobre gravidez e criação dos filhos, é uma espécie de companheiro para todas as outras que também estão vivendo esse momento.

Existem diversos livros – e eu já tenho vários deles – escritos por especialistas. São os mais variados temas: todas as fases da gravidez, amamentação, parto, educação e por aí vai… Mas acho que livros escritos sem a pretensão de dizer o que é certo ou errado, mas escrito por alguém que realmente viveu e vive esse momento… São ainda mais deliciosos e tranquilizadores. Risos!

Gostei muito do jeito que a Flávia desenvolveu o “Agora que Sou Mãe”, pois ela não toma as escolhas dela como verdades universais. Ela conta tudo o que viveu e vive, as escolhas que fez, o resultado de toda aquela experiência e diz como tudo funcionou e funciona para ela. É um compartilhar de vivência. Nada de julgamento ou certo e errado.

Essas foram as coisas que mais fizeram com que eu amasse a leitura. A Flávia tomou muito cuidado para não ser uma “especialista” no assunto maternidade. Na verdade, ela escreveu como uma amiga compartilharia com outra amiga suas experiências como mãe. E isso foi muito legal.

Muitas dúvidas que eu tinha, a Flávia abordou no livro também como dúvidas que viveu e ainda vive, mas contou também como procura lidar com todas elas. Adorei ler tudo isso, pois serviu como inspiração e também para perceber que não sou e nem serei a única a passar por todas essas coisas. Também é ótimo para ver que não existe mãe perfeita. Todo mundo erra, acerta e erra de novo. Por melhores que sejam as suas intenções, não dá para fazer tudo certo o tempo inteiro. A Flávia divide tudo isso com a gente.

“Agora que sou mãe” é uma leitura bem leve, fácil e rápida. É uma delícia para quem está vivendo esse mundo da maternidade e também é ótimo para perceber que não estamos sozinhas com os nossos conflitos internos. Acho que toda mãe passa por isso e mais do que ler especialistas, é maravilhoso ler histórias de quem vive na prática todos os desafios dessa grande e maravilhosa responsabilidade que é ser mãe.

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30 de Junho de 2017

Ouvindo o coração do bebê em casa – Angel Sounds Fetal Doppler

Lembro como se fosse ontem da primeira vez que ouvi o coração da Julia. Foi na nossa primeira ultra, eu estava com apenas seis semanas de gravidez e Vinicius disse “Não vai cheia de expectativa, pois ainda não deve dar para ver nada e nem ouvir”. Busquei na internet e realmente li que muitas pessoas não conseguiam ainda ver o neném e algumas relatavam ter escutado o coração e outras não. Fui para a ultra tentando segurar a ansiedade.

Assim que a primeira imagem apareceu na tela, mesmo sem entender nada, os meus olhos encheram de lágrima. Eu via um espaço vazio e uma coisinha bem pequena, como se fosse um grãozinho de feijão. “Esse é o seu bebê”, explicou a moça que fazia a minha ultra. E aquele foi o nosso primeiro contato com a Julinha.

De repente, a moça mexeu em um botão  e um som rápido, forte e alto invadiu a sala. Tum, tum, tum, tum… Como segurar a emoção? Tão pequena e com um coração tão presente! Naquele dia parecia que tudo tinha realmente se transformado em algo MUITO real.

Semanas depois, minha prima me deu um presente MUITO especial! Um aparelhinho chamado Fetal Doppler Angel Sounds, da Jumper. Na caixinha do produto diz que só é possível ouvir o coração com ele a partir de 14 semanas aproximadamente. Mas já que o aparelhinho estava nas minhas mãos e a ansiedade era enorme… por que não tentar antes, né?

Dia sim, dia não eu tentava ouvir, mas não conseguia. Quando cheguei na décima segunda semana… Uma surpresa! Um barulhinho ritmado, bem baixinho… Será que era o meu baby? Ainda não sabia o sexo, não tinha feito mais nenhuma ultra, mas ouvir aquele som quase imaginário… Mais uma vez iluminou o meu dia.

A cada semana, o barulhinho ia ficando mais presente. Consegui colocar outros amigos para escutarem e passou a ser a primeira coisa que eu e Vinicius fazemos ao abrir os olhos. A caixinha fica bem ao lado da minha cama e quando a gente acorda, já passo o óleo na barriga e lá vamos nós ouvir o coração da Julinha que bate cada vez mais alto e forte. Que som delicioso!!! É a melhor maneira de começar o dia. Uma alegria só!

Pesquisando na internet eu descobri que nem é um aparelho tão caro. Encontrei alguns no Mercado Livre por menos de 150 reais. Como é algo que eu acho que toda mamãe vai querer usar todos os dias… Acaba sendo um bom investimento. Nós amamos! Uma amiga minha disse que existem aplicativos de celular com essa função, mas eu não conheço nenhum para indicar. Sei que esse Fetal Doppler Angel Sounds trouxe mais cor para a minha vida! Ouvir o coração da Julinha logo quando o dia começa… É um presente sem igual!



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